
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Carnaval

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Should we believe in what we don´t see?

One day a 6 year old girl was sitting in a classroom. The teacher was going to explain evolution to the children. The teacher asked a little boy:
Tommy do you see the tree outside?
TOMMY:Yes.
TEACHER: Tommy, do you see the grass outside?
TOMMY: Yes.
TEACHER: Go outside and look up and see if you can see the sky.
TOMMY: Okay. (He returned a few minutes later) Yes, I saw the sky.
TEACHER: Did you see God up there?
TOMMY: No.
TEACHER: That's my point. We can't see
God because he isn't there. Possibly he just doesn't exist.
A little girl spoke up and wanted to ask the boy some questions.
The teacher agreed and the little girl asked the boy:
Tommy, do you see the tree outside?
TOMMY: Yes.
LITTLE GIRL: Tommy do you see the grass outside?
TOMMY: Yessssss!
LITTLE GIRL: Did you see the sky?
TOMMY: Yessssss!
LITTLE GIRL: Tommy, do you see the teacher?
TOMMY: Yes
LITTLE GIRL: Do you see her brain?
TOMMY: No
LITTLE GIRL: Then according to what we were taught today in school, she possibly may not even have one!
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
O Sol ainda é de borla!
Temos tido dias espectaculares, as tardes têm sido quentes e agradáveis, fomos dar uma voltinha maior ontem para uma zona de praia bastante agradável, estavam muitas pessoas a passearem de um lado para outro, algumas com saquinhos de tremoços nas mãos outras com outros frutos secos mas as esplanadas nem por isso estavam cheias, até posso dizer que estavam vazias o que não parece ser normal num dia tão bom.
Como estava na hora do cafézinho, lá eu e o meu marido sentamos numa mesinha, armados em turistas com uma máquina fotográfica na mão e pedimos 2 cafés, quando o meu marido perguntou quanto era, o empregado disse 3 euros, ficamos a olhar um para o outro e nem sequer reagimos, o meu marido só tinha 2.60 € e perguntou ao empregado se tinha multi-banco mas o senhor disse que não valia a pena por tão pouco uma vez que só faltava 40 c, pensando bem, deveriamos ter pedido a tabela de preço, porque 3 € por dois cafés é uma roubalheira, muitas vezes vamos ao parque em frente ao meu serviço tomar o café e são 65 cêntimos e já os meus colegas reclamam, o preço normal são 55 centimos.
Alguns comerciantes com locais preveligiados nas praias usam e abusam dos seus comercios no verão, depois reclamam que não têm clientes, na praia perto da minha casa, chegam a vender gelados a 3€ cada bola, enquanto que normalmente noutros locais custam apenas 1€, preferem vender meia duzia a baixarem os preços para venderem cem ou duzentos ou terem a casa sempre cheia o tempo todo, deveriam aprender com os chineses, em vez de cativar, afugentam os clientes, devem pensar que as pessoas são parvas, eu para aquele café não volto mais!
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Promessa de um filho

Foi o título de uma reportagem dada há dois dias na TVI, de uma promessa feita pelo senhor Primeiro Ministro em Novembro de 2007 a casais estéreis que até hoje não foi cumprida e na minha modesta opinião, ainda bem!
Promessa em comparticipar em 100% as despesas da fertilização em vitro desses casais! O Sr. PM quando prometeu não deve ter pensado bem pois não? Existem cerca de 400 a 500 mil casais nestas condições, é doloroso não ter filhos, mas é mais doloroso ainda,sofrer de alguma doença! Como é possível alguém com saniedade mental prometer semelhante coisa quando o Serviço Nacional de Saúde nem sequer comparticipa os doentes com dores, com doenças como Artrite Reumatóite ou uma doença Periodontal ou doenças mais graves ainda? Velhotes que nem sequer comem porque o dinheiro vai todinho para os medicamentos? Agora querem o dinheiro dos contribuintes para luxos como fertilização em vitro?
Que tal organizarem os sistema de adopção como deve ser e facilitar os casais interessados nesse processo, em vez de entregarem as crianças já com 5 ou 6 anos? Facilitar também o processo nos empregos, criar estabilidades para com que os jovens casais possam ter filhos mais cedo para evitarem ter filhos depois dos 30 e assim estarão muito mais ferteis!
Assim, a fazer promessas dessas, num País sem condições para e se as cumprir, vai ser um grande problema, como será a selecção dos casais para tal? Será que todos terão direito? E os casais que não estão em condições de pôr um filho no mundo? E o pior, o processo todo, é que estima-se 5000 € para cada fertilização e não para cada casal e sabendo como essas coisas funcionam, muitas vezes só acerta à quinta ou sexta fertilização, se assim fôr vamos ter uma geração de gente muito cara vamos!
Promessa em comparticipar em 100% as despesas da fertilização em vitro desses casais! O Sr. PM quando prometeu não deve ter pensado bem pois não? Existem cerca de 400 a 500 mil casais nestas condições, é doloroso não ter filhos, mas é mais doloroso ainda,sofrer de alguma doença! Como é possível alguém com saniedade mental prometer semelhante coisa quando o Serviço Nacional de Saúde nem sequer comparticipa os doentes com dores, com doenças como Artrite Reumatóite ou uma doença Periodontal ou doenças mais graves ainda? Velhotes que nem sequer comem porque o dinheiro vai todinho para os medicamentos? Agora querem o dinheiro dos contribuintes para luxos como fertilização em vitro?
Que tal organizarem os sistema de adopção como deve ser e facilitar os casais interessados nesse processo, em vez de entregarem as crianças já com 5 ou 6 anos? Facilitar também o processo nos empregos, criar estabilidades para com que os jovens casais possam ter filhos mais cedo para evitarem ter filhos depois dos 30 e assim estarão muito mais ferteis!
Assim, a fazer promessas dessas, num País sem condições para e se as cumprir, vai ser um grande problema, como será a selecção dos casais para tal? Será que todos terão direito? E os casais que não estão em condições de pôr um filho no mundo? E o pior, o processo todo, é que estima-se 5000 € para cada fertilização e não para cada casal e sabendo como essas coisas funcionam, muitas vezes só acerta à quinta ou sexta fertilização, se assim fôr vamos ter uma geração de gente muito cara vamos!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
À espera da reforma!

Ele ficou muito surpreso, pois diz me que está mortinho para se reformar, que está farto de trabalhar, daquilo que faz, do ambiente em que se encontra...
Não estou satisfeita com as repentinas mudanças de regras do governo, mas também, não estou preocupada em reformar-me, ainda estou no inicio dos meus quarenta anos porque hei-de estar à espera de me reformar? O que vou fazer depois? Arranjar um outro emprego? Só se for isso mas estou muito bem onde estou, adoro aquilo que faço, o ambiente de trabalho é bom e se sou funcionária publica claro que não estou a pensar em enriquecer senão já tinha apostado numa carreira empresarial...
Admiro as pessoas que vivem a pensar na reforma, com pouca idade já a contar com o fim de vida e depois? Será que sabem o que significam a reforma? Ou só querem é não fazer nenhum? Não me chateia levantar cedo todos os dias para vir trabalhar, já incomodou mais nos meus dias de juventude quando frequentava a vida nocturna, precisava de mais horas de sono, agora não e até é um prazer, não sou workaholic, quando saio daqui, deixo tudo para trás, nem sequer falo em trabalho em casa nem sobre os colegas.
Tenho colegas que se reformaram, por terem chegado à idade limite, outros que pediram a mobilidade especial porque acharam que era o que deviam fazer, hoje um deles volta frequentemente e o recebemos sempre com um grande sorriso porque também temos saudades dele, a colega que pediu mobilidade continua aqui a trabalhar de borla, pois é, porque se sente bem, se sente útil mas não presa a um sistema menos atraente.
Nem tudo é perfeito na vida mas tudo é uma questão de opção e aceitação, claro que gostaria de ter mais oportunidades para progredir e melhores condições para a reforma mas agora pressa para reformar não tenho e vontade para trabalhar é muita.
Não só ver reconhecido o trabalho que fazemos mas também compartilhar com os colegas o nosso dia a dia, crescimento dos nossos filhos, doenças dos familiares, problemas, alegrias, tantas e tantas coisas que a vida de trabalhador proporciona, qual é a pressa para não fazer nada?
Não estou satisfeita com as repentinas mudanças de regras do governo, mas também, não estou preocupada em reformar-me, ainda estou no inicio dos meus quarenta anos porque hei-de estar à espera de me reformar? O que vou fazer depois? Arranjar um outro emprego? Só se for isso mas estou muito bem onde estou, adoro aquilo que faço, o ambiente de trabalho é bom e se sou funcionária publica claro que não estou a pensar em enriquecer senão já tinha apostado numa carreira empresarial...
Admiro as pessoas que vivem a pensar na reforma, com pouca idade já a contar com o fim de vida e depois? Será que sabem o que significam a reforma? Ou só querem é não fazer nenhum? Não me chateia levantar cedo todos os dias para vir trabalhar, já incomodou mais nos meus dias de juventude quando frequentava a vida nocturna, precisava de mais horas de sono, agora não e até é um prazer, não sou workaholic, quando saio daqui, deixo tudo para trás, nem sequer falo em trabalho em casa nem sobre os colegas.
Tenho colegas que se reformaram, por terem chegado à idade limite, outros que pediram a mobilidade especial porque acharam que era o que deviam fazer, hoje um deles volta frequentemente e o recebemos sempre com um grande sorriso porque também temos saudades dele, a colega que pediu mobilidade continua aqui a trabalhar de borla, pois é, porque se sente bem, se sente útil mas não presa a um sistema menos atraente.
Nem tudo é perfeito na vida mas tudo é uma questão de opção e aceitação, claro que gostaria de ter mais oportunidades para progredir e melhores condições para a reforma mas agora pressa para reformar não tenho e vontade para trabalhar é muita.
Não só ver reconhecido o trabalho que fazemos mas também compartilhar com os colegas o nosso dia a dia, crescimento dos nossos filhos, doenças dos familiares, problemas, alegrias, tantas e tantas coisas que a vida de trabalhador proporciona, qual é a pressa para não fazer nada?
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